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sexta-feira, 22 de abril de 2011

ARTISTA: CLAUDIA RAIA

CLAUDIA RAIA 


Maria Claudia Motta Raia, nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 23 de dezembro de 1966. Seu primeiro trabalho foi aos 10 anos de idade, como manequim do costureiro Clodovil Hernandes. Quando criança, soube pelo médico que atingiria 1m90, o que a fez se desesperar, pois não queria ficar tão alta assim. Desde então, começou a fazer tratamento para controlar o crescimento, que a deixou com 1m80. No início de sua carreira como bailarina conquistou bolsas para estudar nos Estados Unidos e Argentina. Aos 13 anos passou quatro anos em Nova York.


Com 16 anos, participou da montagem brasileira do musical Chorus Line, no papel principal, ao lado de Thales Pan Chacon (1956-1997). É dessa época seu primeiro ensaio para a revista “Playboy”, ainda com o nome de Maria Cláudia. Fez cinco capas e quatro ensaios para esta revista, ainda nos anos 1980, alguns já com o nome de Cláudia Raia.



Estreou na TV com 17 anos, fazendo a personagem “Carola” do humorístico “Viva o Gordo”, com Jô Soares, na Rede Globo. O quadro era o “Vamos Malhar”, que ficou famoso naquele ano de 1984. Começa assim, sua trajetória na TV que a iria consagrar.



Foi no clássico “Roque Santeiro” de Dias Gomes e Aguinaldo Silva em 1985, que a atriz fez seu primeiro papel em novela. Na trama, Claudia Raia era Ninon, uma dançarina da Boate Sexus, que pertencia a empresaria Matilde(Yoná Magalhães). A atriz recorda que nos primeiros capítulos da novela, entrava muda e saia calada. Andava pelo cenário, de um lado para o outro, sem falar uma palavra. Até que lhe deram uma fala e não parou mais de falar, tornando-se mais um grande destaque na novela, principalmente depois que sua personagem se envolvia com o delegado de Asa Branca, achando que ele seria o lobisomem da cidade.

Em 1986, fez uma pequena participação na novela “Cambalacho” de Silvio de Abreu. Sua personagem se chamava María Antonieta Félix y Armendariz. Silvio de Abreu havia escrito a personagem Debbie Day para Claudia Raia, que acabou recusando o papel por está atarefada com um espetáculo. A personagem acabou ficando com Cristine Nazareth.



No final de 1986 para começo de 1987, atuou na novela “O Outro”, de Aguinaldo Silva. Sua personagem era Edwiges, uma das moradoras de um edifício bem movimentado em Copacabana. Na trama, ela era casada com o personagem do ator José de Abreu.



Foi em “Sassaricando”, em 1987, que Silvio de Abreu pode presentear Claudia Raia, com o primeiro de grandes papeis que o autor lhe proporcionaria em suas novelas. Na trama, ela viveu “Tancinha”, um mulherão sem educação, que vendia melões na feira com sua família e era disputada pelo camioneiro Apolo(Alexandre Frota), seu marido na vida real, na época e o publicitário Beto(Marcos Frota), que era seu contraste em todos os sentidos, mas que morria de amor por ela. A novela era uma comédia às 19h e sua personagem era uma das principais.



Seu talento como comediante se consolidou com a personagem Tonhão, no programa de humor “TV Pirata” (1988). Símbolo sexual na vida real, Cláudia Raia interpretava uma das presas do quadro “As Presidiárias”, que fazia a barba, cuspia no chão e exibia o bíceps. Assediava as companheiras de cela e fazia um vozeirão raivoso, de quem estava pronto para a briga. Durante a longa e bem sucedida carreira, Claudia Raia faria ainda personagens sérios em inúmeras telenovelas, mas foi com sua habilidade em divertir o espectador que conquistou um lugar de destaque.

Claudia Raia, em todos os seus anos de carreira na TV, nunca saio da Rede Globo. Em 1989 chegou a ser sondada pela extinta Rede Manchete, para ser a protagonista da novela “Kananga do Japão”, vivendo a personagem Dora. A história se passava nos anos de 1930 e Dora era uma dançarina, fato que cairia muito bem com o perfil de Claudia, que também é bailarina profissional na vida real. A Rede Globo acabou por fazer uma contra-proposta para a atriz, que decidiu permanecer na emissora de sempre e o papel de Dora ficou para Christiane Torloni.



Em 1990, atuou em “Rainha da Sucata”, vivendo Adriana, uma bailarina desastrada que se apaixonava pelo Professor Caio(Antonio Fagundes) e o disputava com a espevitada Nicinha(Marisa Orth).



Em 1992, o noticiário publicado contra o então presidente Fernando Collor de Mello citava a atriz Cláudia Raia como um dos possíveis romances extra conjugais do político, que seria afastado do cargo por corrupção.

Nesta época, era Maria Escandalosa, a personagem principal da novela “Deus Nos Acuda”, de Silvio de Abreu. A abertura da novela era significativa: um mar de lama invadia uma festa de luxo e cobria os convidados. A trama era impagável: um anjo seria destinado a proteger o Brasil, nada menos que a comediante Dercy Gonçalves. Deus, inconformado com a esculhambação nacional, envia a personagem, chamada Celestina, para evitar o caos. Caberia a ela corrigir o caráter de uma trambiqueira, a personagem Maria Escandalosa, vivida por Cláudia Raia. A novela foi apresentada durante o escândalo do governo Collor e se tornou um sucesso. Nas gravações, a atriz conheceu o ator Edson Celulari , um dos protagonistas da trama, com quem se casaria depois e juntos teriam um casal de filhos.



Versátil, sua carreira não se restringe apenas em novelas de TV. Desde 1984, ela dedica-se intensamente ao teatro. Trabalhou nesse ano em “Gatão de Estimação”, espetáculo de Gerard Lauzier sob direção brasileira de Cecil Thiré. Em 1988, dançou no musical “Splish Splash”, sob direção de Wolf Maya. Em 1989, produziu o musical “A Pequena Loja de Horrores”, também sob direção de Wolf Maya, e por aí afora. É protagonista e produtora no Brasil de um tipo de teatro que mistura programa de auditório, esquetes de humor e números musicais. Trabalhou duro em vários deles nos anos 1990, com texto de Sílvio de Abreu e direção de Jorge Fernando, como “Não Fuja da Raia” (1991), “Nas Raias da Loucura” (1993), “Caia na Raia” (1996).



Em 1995, viveu a protagonista da minissérie “Engraçadinha: Seus Amores, Seus Pecados”, atuando ao lado de Alexandre Borges.



Em 1998, voltava às telenovelas, para viver sua primeira grande vilã. Foi em “Torre de Babel”, trama do horário nobre escrita por Silvio de Abreu, que Claudia Raia deu vida a personagem Ângela Vidal, uma psicopata que perseguia Celeste Leme Toledo(Letícia Sabatella) e era apaixonada por Henrique Leme Toledo(Edson Celulari).



Em 1999, viveu a personagem Hortência em “Terra Nostra” de Benedito Ruy Barbosa. Sua personagem chegava no meio da trama com grande importância para o desfecho da novela.



Em 2001, voltava às 19h da Globo, em “As Filhas da Mãe”, mais uma novela de Silvio de Abreu, aceitando o desafio de viver um transex chamado Ramona Cavalcante que vivia as turras com as irmãs Tatiana(Andréa Beltrão) e Alessandra(Bete Coelho). Voltava a fazer par romântico com Alexandre Borges.



“O Beijo do Vampiro” de Antonio Calmon em 2002, lhe trouxe mais uma vilã, porém cômica. Na trama, Claudia viveu a vampira Mina de Montmartre. Claudia teve que sair na metade da novela para dar a luz a filha Sofia na vida real. Sua personagem também engravidava na trama e a atriz acabou voltando para a novela antes do final.



Em “Belíssima (2005)”, viveu Safira, uma descendente de romanos que se apaixonava pelo envolvente mecânico Pascoal da Silva(Reynaldo Gianechinni). O casal proporcionou deliciosas cenas na novela de Silvio de Abreu.



“Sete Pecados (2007)”, lhe trouxe a vilã Agatha, que acabava sendo vitima de uma bomba embrulhada num presente, que tirava a vida da personagem no meio da novela, lançando o mistério de “quem matou Agatha?”.



Foi em “A Favorita”, novela de João Emanuel Carneiro em 2008, que Claudia se destacava ainda mais na TV através da popular personagem Donatela Fontini, uma perua fazendeira, ex cantora sertaneja que era perseguida pela ex amiga e psicopata Flora Pereira da Silva(Patrícia Pillar). A novela proporcionou grandes cenas de suspense e ação entre Claudia Raia, Patrícia Pillar e grande elenco, que foram responsáveis por prender a atenção do telespectador.



Em “Ti Ti Ti (2010/2011)”, de Maria Adelaide Amaral, a atriz, mais uma vez, esbanja popularidade e dinamismo com a personagem Jaqueline, um dos grandes destaques da novela que já conquistou o publico.



Antes de se casar com Edson Celulari, Cláudia Raia só namorou pessoas do seu meio: Jô Soares em 1984, Fausto Silva, em romance relâmpago em 1985, e foi casada de 1986 a 1989 com Alexandre Frota. Em 8 de abril de 1991, a revista Veja publicou insinuação de Thereza Collor de que Cláudia Raia teria mantido um romance com o ex-presidente Fernando Collor de Mello, afastado do cargo por impeachment em 1992. Cláudia Raia nunca negou sua amizade com Collor de Mello, mesmo durante o processo de impeachment, embora não tenha confirmado o romance. Nesta época, foi publicado que Cláudia tinha 270 vestidos e 170 sapatos.


Em 1992, durante as gravações da novela Deus nos Acuda, de Silvio de Abreu, Cláudia Raia faz par romântico com o ator Edson Celulari, que se tornaria seu marido em 1993. Eles têm um casal de filhos, Enzo (1997) e Sofia (2003). Após 17 anos de união, o casal anunciou sua separação em 2010.



Claudia Raia já é presença confirmada para o remake de “Guerra dos Sexos”, novela de Silvio de Abreu prevista para estrear em 2012. Na trama, ela fará a personagem Rebeca Leone, papel vivido por Glória Meneses na primeira versão em 1983.


CARREIRA

Telenovelas
1985 – Roque Santeiro – Ninon
1986 – Cambalacho – Maria Antonieta Felix y Armendariz
1987 – O Outro – Edwiges
1987 – Sassaricando – Tancinha
1990 – Rainha da Sucata - Adriana Ross
1991 – Vamp – Celeste
1992 – Deus nos Acuda - Maria Escandalosa
1995 – A Próxima Vítima – última vítima
1998 – Torre de Babel – Ângela Vidal
1999 – Terra Nostra – Hortência
2001 – As Filhas da Mãe – Ramona/Ramón Cavalcante
2002 – O Beijo do Vampiro – Mina de Montmartre
2005 – Belíssima – Safira Solomos Güney
2007 – Sete Pecados – Agatha
2008 – A Favorita – Donatela Fontini
2010 – Ti Ti Ti – Jaqueline Maldonado

Minisséries e seriados
1987-1992 –TV Pirata
1995 – Engraçadinha...Seus Amores e Seus Pecados
1996 – Não Fuja da Raia
2005 – Mad Maria

Teatro
1982 – Chorus Line
1984 – Gatão de Estimação
1988 – Splish Splash
1989 – A Pequena Loja de Horrores
1991 – Não Fuja da Raia
1993 – Nas Raias da Loucura
1996 – Caia na Raia
1999 – 5 x Comédia
2000 – O Beijo da Mulher Aranha
2004 – Batalha de Arroz num Ringue para Dois
2006 – Sweet Charity
2009/2010 – De Pernas pro Ar

Cinema
1986 – Cida, A Gata Roqueira
1989 – Kuarup
1990 – Boca de Ouro
1991 – Matou a Família e Foi ao Cinema...
2001 – Rugrats em Paris: O Filme (dublagem de Coco La Bouche)
2003 – Xuxa Abracadabra
2009 – Os Normais 2 – A Noite Mais Maluca de Todas


Fontes:
ARQUIVO MUNDO NOVELAS
Wikipédia
Dramaturgia Brasileira

Um comentário:

  1. sou admirador eterno dessa deusa da belesa chamada claudia rai

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